Estamos surdos nesta Vida


Isso mesmo, estamos completamente surdos! Mas não estou me referindo à deficiência física no aparelho auditivo, me refiro àquilo que deixamos de ouvir no nosso dia-a-dia.

Quantos de nós conseguimos reparar no cantar dos pássaros, no assoviar do vento, no dançar das árvores, na melodia do mar, na limpeza da chuva e até mesmo nos estrondosos trovões? Quem consegue lembrar-se destes sons da natureza e apreciá-los em toda sua beleza?

Dia após dia, fazemos de conta que não estamos ouvindo as conversas de pessoas a nossa volta ou nosso caminho. Aquele irmão, aquela tia, pais, avós, vizinhos, professores, colegas de trabalho, aquela pessoa que senta ao seu lado no ônibus, pedintes nas sinaleiras, entregadores de anúncios pelas ruas, enfim, todas as pessoas que tentam puxar conversa conosco e “fingimos” não ouvi-las. O que na verdade não seria fingir, e sim ignorar o irmão nosso.

Com o passar do tempo, nosso fingimento acaba se transformando em surdez profunda e realmente não ouvimos mais os apelos da sociedade a nossa volta. Estamos tão envolvidos na nossa “correria” que deixamos pequenos momentos passarem despercebidos aos nossos ouvidos.
Ignoramos irmãos que procuram uma palavra de consolo, um ombro amigo, um pouco de atenção, uma moeda para matar a fome. Tudo isso pela nossa superficial superioridade em relação às situações, quando muitas vezes, nós também estamos desnorteados no mundo, precisando de uma luz, de um amigo…

Precisamos resolver este problema de surdez, deixar os sons de Deus voltar a nossa vida! Ouvir é sempre uma ótima idéia.

Autor: Anderson Deula

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